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quarta-feira, 28 de abril de 2010

LV declara fim a ditadura da magreza e valoriza as curvas e os seios



E Marc Jacobs em sua coleção para o outono/inverno da Louis Vuitton declara fim a ditadura da magreza. ” E Deus criou a mulher”, este foi a inspiração do diretor criativo da Louis Vuitton. Um filme dos anos 60 estrelado por Brigitte Bardot que foi um dos grandes icones da moda e de mulher do ultimo século.
Para mostrar esta “volupia feminina” que marcou os anos 50 e 60, Marc chamou um time de modelos brasileiras. Adriana Lima, Carol Trentini, Aline Weber, Renata Sozzi e Alessandra Ambrosio (esta questionada atualmente pela imprensa internacional por exibir uma magreza excessiva, mas que desfilou na Prada também), além das super tops Laetitia Casta, Noemie Lenoir, Lara Stone, Catherine McNeil. Karolina Kurkova, Elle Macpherson.
O americano Marc Jacobs, há 13 anos à frente da marca francesa, levou ao Carrossel do Louvre, em Paris ao redor de uma fonte, mulheres com peças que voltaram aos anos 1950 e 1960, com saias godês armadas e tronco mais ajustado, muitos com decotes, que levantavam e deixavam à vista o contorno dos seios, valorizando o colo. É bom lembrar que na época o ideal de beleza eram as mulheres mais fortes e rechonchudas, o que começou mudar apenas em meados dos anos 1960.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O show das brasileiras - Victoria`s Secret Fashion Show 2009/2010






Daspu...Impossível não comentar

Se você acha que a DASPU é puro marketing você ACERTOU!!!



Ela é puro marketing porque soube definir seu público-alvo, criou uma marca com um posicionamento super diferenciado, já tem pontos de vendas em vários locais, o site na internet (apesar de não muito funcional) trabalha de acordo com a linha de criação das peças, a assessoria de imprensa tem sido ótima, as garotas propagandas não poderiam representar melhor a marca, e aposto que até o atendimento ao cliente é OTIMO (ok, piadinha infame) .......................enfim, se tornou cool, hype, cult, o que você quiser. E agora as suas festinhas de lançamento dão mais o que falar que muitos enventos de moda que acontecem pelo Brasil, pouco conseguiram essa projeção e ainda conseguem promover um produto com perfil eticamente responsável.
Enfim, puro marketing...... trabalha com a guerrilha, com pouco investimento e está se tornando a camiseta que todo mundo quer ter.

A Juventude como Criadora e Disseminadora de Tendências de Consumo (Uma Perspectiva Antropológica)

Dado que a partir da segunda metade do século XX a juventude como conceito tornou-se o topo da pirâmide da moda e o universo simbólico juvenil da rua tornou-se base para o processo de criação e comercialização da roupa, a mudança na estruturação interna dos grupos juvenis ocorrida na última década do século XX merece aqui ser abordada para a compreensão das mudanças nos códigos de moda e de diversas categorias de consumo nos dias de hoje.
É necessário conhecer o valor simbólico dos signos estéticos usados como código de indumentária, de estilo e de comportamento pela juventude, para se compreender porque estes convertem-se em novos padrões de moda e consumo.
A moda, aqui entendida como um sistema de produção e produção de tendências que orienta a produção e consumo de uma infinita categoria de bens, entre elas o vestuário, “colou” na juventude e é no bojo das reformulações operadas por esta que o conceito de moda e as perspectivas de consumo se recriam constantemente. Imaginemos o movimento punk sem a composição indumentária que marcou o estilo , as calças rasgadas, braceletes com rebites, a costomização (o do it yourself) nas roupas… Agora imaginemos os anos 80 sem os cabelos repicados e armados com gel, os acessórios em couro e rebites, a maquiagem pesada e as tatuagens em ascensão. Fica evidente o encadeamento dos eventos culturais promovidos por grupos juvenis a e geração de padrões de moda adotados consensualmente.

Adicolor Blue (Comercial Adidas)

Toda marca precisa ter conceito

Qual o segredo do sucesso de uma marca?A base de tudo é o relacionamento do consumidor com a marca, antes do que com o produto em si, pois com a velocidade com que a moda anda, um mesmo produto visto em um desfile internacional hoje, pode estar amanhã nas vitrines de qualquer loja do Brás, Bom Retiro ou Oscar Freire. Pode ser comprado em vários lugares, sejam eles caros ou baratos. Não adianta prender-se somente ao produto, mas ir além. Dificilmente se consegue esta diferenciação em relação ao que se vende porque é um bem de consumo cada vez mais perecível e copiado.
O consumidor deve se sentir atraído pelo “intangível”, que são os benefícios que a loja pode proporcionar e, não somente pelo produto. As coisas deveriam acontecer de fora da empresa para dentro. Hoje em dia, não adianta apenas desenvolver o produto dentro das expectativas de mercado. O produto somente pelo produto, não prende mais ninguém.
O mercado está passando por uma forte transição, onde devemos repensar nossos caminhos.





MARKETING
A expressão “marketing” vem sendo amplamente utilizada, não apenas no campo dos negócios, mas também na área social. Contudo, o exato significado do termo ainda é pouco conhecido, o que justifica algumas conceituações. Para a American Marketing Association, “marketing é o desempenho das atividades que dirigem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor.”



É o processo de planejamentoe execução de criação, estabelecimento de preço, promoção e distribuição de idéias, produtos e serviços para criar intercâmbios que irão satisfazer as necessidades do indivíduo e da organização”. Ducker, por sua vez, apresenta uma definição mais direta: “marketing é todo o empreendimento do ponto de vista do consumidor”.

Para Mc Carthy, que o dividia em duas grandes áreas, “marketing é um processo social que dirige o fluxo de bens e serviços dos produtores para os consumidores, de maneira a equilibrar a oferta e a procura, e visando alcançar os objetivos da sociedade”.

Finalmente, Kotler conceitua o marketing como sendo “a análise, o planejamento, a implementação e o controle de programas e/ou projetos formulados para propiciar trocas voluntárias de valores com mercado-alvo, com o propósito de atingir objetivos operacionais concretos”.

Moda é mercado

Curso marketing de moda
O curso analisa as necessidades do setor e define as estratégias específicas de marketing para marcas de moda. As aulas abordam a definição marketing de moda e como conceituar uma campanha ou uma marca, além dos temas: o marketing direcionado ao varejo de moda (franquias/multimarcas/lojas próprias) e a importância do marketing promocional e de relacionamento.

Apresentação do curso de Gestão de Marketing e Negócios da Moda, por Luciane Robic

Saiba o que é Marketing de Moda com Luciane Robic

Luciane Robic, diretora de marketing do IBModa - Instituto Brasileiro de Moda, 1ª instituição voltada para área de negócios da moda.